
sábado, 23 de junho de 2007

retirada do site:
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=9143
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Quando é que vamos perceber que as nossas atitudes estão prejudicando o planeta em que vivemos?
Será que só iremos acreditar quando ver de perto cada conseqüência?
Precisamos acordar, nos mover, mudar, falar...
Pois se continuarmos assim, veremos o mundo acabar!
Será que só iremos acreditar quando ver de perto cada conseqüência?
Precisamos acordar, nos mover, mudar, falar...
Pois se continuarmos assim, veremos o mundo acabar!
Curiosidade

Notícia do site:
http://www.alerta.inf.br/index.php?news=549
O pum de vaca e o aquecimento globalPecuária representa 18% do efeito estufa, diz FAO, Valor, 30/11/06.
O aquecimento global teoricamente causado pelo homem ganha mais um elemento, o elemento bovino.
Segundo relatório emitido pela respeitável Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO - Food and Agriculture Organization), a pecuária contribui mais para o efeito estufa que os automóveis.
Ocorre que o sistema digestivo dos ruminantes produz grandes quantidades de gás metano (CH4) que são liberadas na atmosfera.(O metano possui um poder de aquecimento global 23 vezes maior que o CO2, tido como o maior vilão para o fenômeno).
Mas isso não é tudo. Segundo o relatório da FAO, os ruminantes produzem ainda o potentíssimo gás de óxido nitroso (N2O), que tem um poder aquecedor 296 vezes maior que o CO2.
Então, os ruminantes são acusados de causarem chuva ácida uma vez que, segundo ainda o relatório da FAO, eles são responsáveis por 64% da emissão global de amônia.
Em suma, o relatório afirma que os gases do esterco e da flatulência dos animais, o desmatamento para criar pastagem e a energia usada nas fazendas fazem com que a pecuária responda por 18% dos gases do efeito estufa.

As queimadas de áreas florestais são a 2ª maior fonte de emissões de gases do efeito estufa, tornando o combate ao desmatamento a forma mais fácil e barata de mitigar a ação do aquecimento global, segundo afirma um relatório publicado nesta segunda-feira pela ONG ambiental Global Canopy Programme.
Segundo o relatório, as queimadas respondem por 18% a 25% das emissões de gases do efeito estufa, atrás somente das emissões provocadas pelo uso de energia. Em comparação, a organização estima as emissões decorrentes das viagens aéreas, um dos vilões atuais dos ambientalistas, em 2% a 3% do total.
Segundo o relatório, as queimadas respondem por 18% a 25% das emissões de gases do efeito estufa, atrás somente das emissões provocadas pelo uso de energia. Em comparação, a organização estima as emissões decorrentes das viagens aéreas, um dos vilões atuais dos ambientalistas, em 2% a 3% do total.
Gases do efeito estufa (GEE)
Os gases do efeito estufa são os responsáveis pela absorção, reflexão e reemissão da radiação infra-vermelha que penetra na Terra.
Dióxido de carbono (CO2) - resultante da queima de combustíveis fósseis como carvão, petróleo e derivados. É utilizado como base para classificar o poder de aquecimento dos demais gases causadores do efeito estufa.
Metano (CH4) - produzido pela decomposição da matéria orgânica, encontrado geralmente em aterros sanitários e lixões. O poder de aquecimento é 21 vezes maior do que o do CO2.
Óxido Nitroso (N2O) - produzido a partir de compostos agrícolas, pela atividade das bactérias no solo. Aquece 310 vezes mais do que o do CO2.
Hidro Flúor Carbono (HFC) - utilizado como substituto do Cloro Fluor Carbono (CFC), não agride a camada de ozônio, mas possui grande potencial para o efeito estufa. É 11.700 vezes mais potente que o CO2.
Per Flúor Carbono (PFC) - produzido pelas indústrias de alumínio primário. Aquece 9.200 mais que o CO2.
Hexa Fluoreto de Enxofre (SF6) – gás com maior poder de aquecimento global. É 23.900 vezes mais ativo no efeito estufa do que o CO2.
Dióxido de carbono (CO2) - resultante da queima de combustíveis fósseis como carvão, petróleo e derivados. É utilizado como base para classificar o poder de aquecimento dos demais gases causadores do efeito estufa.
Metano (CH4) - produzido pela decomposição da matéria orgânica, encontrado geralmente em aterros sanitários e lixões. O poder de aquecimento é 21 vezes maior do que o do CO2.
Óxido Nitroso (N2O) - produzido a partir de compostos agrícolas, pela atividade das bactérias no solo. Aquece 310 vezes mais do que o do CO2.
Hidro Flúor Carbono (HFC) - utilizado como substituto do Cloro Fluor Carbono (CFC), não agride a camada de ozônio, mas possui grande potencial para o efeito estufa. É 11.700 vezes mais potente que o CO2.
Per Flúor Carbono (PFC) - produzido pelas indústrias de alumínio primário. Aquece 9.200 mais que o CO2.
Hexa Fluoreto de Enxofre (SF6) – gás com maior poder de aquecimento global. É 23.900 vezes mais ativo no efeito estufa do que o CO2.
Causas do Aquecimento Global

O carvão, uma fonte de energia não-renovável, foi o combustível que impulsionou a Revolução Industrial, iniciada na Europa no século 18. O acúmulo de gases gerados pela queima de combustíveis fósseis na atmosfera agravou o efeito estufa ao longo dos anos. E hoje, sentimos os efeitos da poluição gerada desde a época das primeiras máquinas a vapor. O carvão ainda é uma fonte muito utilizada hoje em dia, prova disso é que 52% de toda a energia elétrica consumida nos Estados Unidos é proveniente da queima de carvão mineral. Proporções semelhantes ou ainda maiores são utilizadas na China, Rússia, Austrália e Alemanha.Com o advento da produção em escala industrial dos automóveis, no início do século XX, iniciou-se a produção e o consumo em massa do petróleo e, de utilização mais recente, o gás natural na produção da energia elétrica, aquecimento doméstico e industrial e no uso automotivo. Boa parte do gás carbônico e de outras substâncias resultantes dessas atividades vai diretamente para a atmosfera, agravando o aquecimento global. O tempo de permanência dos GEE na atmosfera é de mil anos, em média. Por isso, os efeitos que o aquecimento global provoca atualmente no clima ainda são resultantes das emissões geradas durante a Revolução Industrial. Hoje, a atmosfera da Terra conta com 750 bilhões de toneladas de CO2.
Gráficos

O que fazer diante de tudo isso?
Medidas preventivas
As seguintes medidas preventivas foram propostas na ECO-92 no Rio de Janeiro, no Japão (em 1997) e pelo Protocolo de Kyoto (em 2001):
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